<![CDATA[G4 Electric Sistema Senoidal: Últimas notícias]]> https://www.g4ess.com.br Mon, 23 Jul 2018 13:29:57 +0000 <![CDATA[Anatel divulga relatório da operação que apreendeu 25 mil equipamentos não homologados]]> https://www.g4ess.com.br/news/3/anatel-divulga-relat%F3rio-da-opera%E7%E3o-que-apreendeu-25-mil-equipamentos-n%E3o-homologados.html Tue, 19 Jun 2018 18:24:57 +0000 https://www.g4ess.com.br/news/3/anatel-divulga-relat%F3rio-da-opera%E7%E3o-que-apreendeu-25-mil-equipamentos-n%E3o-homologados.html Anatel divulga relatório da operação que apreendeu 25 mil equipamentos não homologados

por  | jun 19, 2018 | ANATEL & PolíticaEmpresasTributário |

Foi divulgado ontem (18/06) pela Anatel –  Agência Nacional de Telecomunicações, o relatório que apresenta os números finais da operação nacional de combate a equipamentos de telecomunicações não homologados. A ação aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio de 2018, e foi considerada uma das maiores operações já realizadas pela agência. Ao todo, foram lacrados e/ou apreendidos 24.947 produtos e equipamentos que não possuíam autorização para comercialização.

A megaoperação como foi chamada, partiu da Anatel e teve como alvo as distribuidoras e importadoras de equipamentos de telecomunicações que vinham sendo investigadas nos últimos meses através de denuncias e estudos de inteligência das forças de segurança que atuaram em conjunto. A ação contou com a participação de mais de 70 fiscais da Anatel, mais agentes da Receita Federais.

Entre os materiais lacrados, estão os destinados à internet fixa sem fio, como transceptores de radiação restrita (equipamentos que enviam o sinal do provedor ao assinante), antenas e roteadores. Também foram encontrados grandes volumes de telefones IP (que fazem chamadas de voz pela internet), e equipamentos óticos e de rede.

AS LOCALIDADES

Ao todo foram 7 estados envolvidos em atividade simultânea, foram eles os estados de: São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia.

No estado de Santa Catarina, a fiscalização foi realizada em parceria com a Alfândega da Receita Federal, na cidade de Itajaí. Outro estado que contou com auxilio da Receita Federal durante a ação foi o Paraná.

Foram 14 cidades que tiveram a varredura em mais de 30 endereços pertencentes a pelo menos 15 empresas apontados nas investigações.

NUMEROS POR ESTADO

No total, destes quase 25 mil produtos apreendidos, foram lacrados:
11.350 produtos na Bahia;
5.177 em Santa Catarina;
2.616 em Minas Gerais;
2.272 em Mato Grosso;
2.079 no Paraná;
613 no Espírito Santo e
579 em São Paulo. Em São Paulo também foram apreendidos 261 equipamentos.

A Anatel, depois de receber denúncias de associações e de fabricantes de produtos de telecomunicações, enviou equipes de fiscais para galpões e escritórios de 15 grandes distribuidoras, em 30 endereços.

PENALIDADES

Após os processos administrativos, a Anatel poderá multar em até R$ 50 milhões as empresas que comercializavam os produtos irregulares. Além disso, os equipamentos poderão ser destruídos pela agência reguladora.

Equipamentos de telecomunicações não homologados e que necessitem da autorização da Anatel não podem ser comercializados no país por não comprovarem o atendimento às exigências de qualidade e segurança estabelecidas na regulamentação brasileira.

Durante a ação, a Anatel manteve salas de situação em Brasília (DF) e São Paulo (SP). No Portal da Anatel é possível consultar os produtos homologados por meio do Sistema de Certificação e Homologação (SCH). A Agência informa que o usuário só deve adquirir ou utilizar produtos de telecomunicações homologados, em conformidade com o Regulamento sobre Certificação e Homologação.

A MHemann realizou a divulgação da operação durante os dias de sua realização no mês passado, onde você pode encontrar outras informações. (Clique aqui)

Fonte: ANATEL/ MHemann


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Anatel divulga relatório da operação que apreendeu 25 mil equipamentos não homologados

por  | jun 19, 2018 | ANATEL & PolíticaEmpresasTributário |

Foi divulgado ontem (18/06) pela Anatel –  Agência Nacional de Telecomunicações, o relatório que apresenta os números finais da operação nacional de combate a equipamentos de telecomunicações não homologados. A ação aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio de 2018, e foi considerada uma das maiores operações já realizadas pela agência. Ao todo, foram lacrados e/ou apreendidos 24.947 produtos e equipamentos que não possuíam autorização para comercialização.

A megaoperação como foi chamada, partiu da Anatel e teve como alvo as distribuidoras e importadoras de equipamentos de telecomunicações que vinham sendo investigadas nos últimos meses através de denuncias e estudos de inteligência das forças de segurança que atuaram em conjunto. A ação contou com a participação de mais de 70 fiscais da Anatel, mais agentes da Receita Federais.

Entre os materiais lacrados, estão os destinados à internet fixa sem fio, como transceptores de radiação restrita (equipamentos que enviam o sinal do provedor ao assinante), antenas e roteadores. Também foram encontrados grandes volumes de telefones IP (que fazem chamadas de voz pela internet), e equipamentos óticos e de rede.

AS LOCALIDADES

Ao todo foram 7 estados envolvidos em atividade simultânea, foram eles os estados de: São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Bahia.

No estado de Santa Catarina, a fiscalização foi realizada em parceria com a Alfândega da Receita Federal, na cidade de Itajaí. Outro estado que contou com auxilio da Receita Federal durante a ação foi o Paraná.

Foram 14 cidades que tiveram a varredura em mais de 30 endereços pertencentes a pelo menos 15 empresas apontados nas investigações.

NUMEROS POR ESTADO

No total, destes quase 25 mil produtos apreendidos, foram lacrados:
11.350 produtos na Bahia;
5.177 em Santa Catarina;
2.616 em Minas Gerais;
2.272 em Mato Grosso;
2.079 no Paraná;
613 no Espírito Santo e
579 em São Paulo. Em São Paulo também foram apreendidos 261 equipamentos.

A Anatel, depois de receber denúncias de associações e de fabricantes de produtos de telecomunicações, enviou equipes de fiscais para galpões e escritórios de 15 grandes distribuidoras, em 30 endereços.

PENALIDADES

Após os processos administrativos, a Anatel poderá multar em até R$ 50 milhões as empresas que comercializavam os produtos irregulares. Além disso, os equipamentos poderão ser destruídos pela agência reguladora.

Equipamentos de telecomunicações não homologados e que necessitem da autorização da Anatel não podem ser comercializados no país por não comprovarem o atendimento às exigências de qualidade e segurança estabelecidas na regulamentação brasileira.

Durante a ação, a Anatel manteve salas de situação em Brasília (DF) e São Paulo (SP). No Portal da Anatel é possível consultar os produtos homologados por meio do Sistema de Certificação e Homologação (SCH). A Agência informa que o usuário só deve adquirir ou utilizar produtos de telecomunicações homologados, em conformidade com o Regulamento sobre Certificação e Homologação.

A MHemann realizou a divulgação da operação durante os dias de sua realização no mês passado, onde você pode encontrar outras informações. (Clique aqui)

Fonte: ANATEL/ MHemann


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<![CDATA[Cota de 32% de energias renováveis]]> https://www.g4ess.com.br/news/2/cota-de-32%25-de-energias-renov%E1veis.html Mon, 18 Jun 2018 19:13:15 +0000 https://www.g4ess.com.br/news/2/cota-de-32%25-de-energias-renov%E1veis.html Pacto alcançado entre países-membros e instituições da UE sugere que a meta seja revisada em 2023

 

Usinas geradoras de energia elétrica GETTY

Depois de 12 horas de negociação durante a madrugada, o Parlamento Europeu, a Comissão e os Governos dos 28 países-membros chegaram a um acordo sobre a diretriz de energias renováveis que deverá orientar a transformação do sistema energético europeu nos próximos anos. O pacto alcançado estabelece que 32% de toda a energia final consumida na União Europeia (UE) em 2030 devem ser de origem renovável. Trata-se de um ponto intermediário entre a posição de partida dos Governos dos países-membros, que propunham 27%, e a do Parlamento Europeu, que pedia 35%.

O acordo também inclui, segundo fontes do Parlamento Europeu, a criação de um fundo de desenvolvimento de energias renováveis para ajudar as regiões carvoeiras da Europa. O carvão para geração de eletricidade surge como o grande perdedor na luta contra as mudanças climáticasdevido aos gases de efeito estufa que expele quando é queimado. Alguns países muito dependentes desse combustível (como a Polônia) pediram compensação para suas zonas mineradoras. Na Espanha, algumas áreas das Astúrias e Castela e Leão também podem se beneficiar.

A meta geral de 32% para 2030 é um ponto de entendimento entre os Governos dos países-membro e o Parlamento Europeu. Atualmente essa cota europeia é de cerca de 17%. Além da meta concreta para 2030, é importante que tenha sido incluída uma revisão (para cima) em 2023. A meta deve ser aumentada se se quiser que a Europa cumpra os compromissos do Acordo de Paris ou se a redução dos custos das tecnologias renováveis possibilitar uma ambição maior.

O que não se conseguiu, devido à oposição frontal dos Governos desde o início da negociação, foi a inclusão de metas específicas para cada país, como as que existem atualmente. Esses objetivos são uma arma de pressão para os Governos, que são fiscalizados pela opinião pública no cumprimento das metas. A Comissão vai elaborar relatórios sobre os esforços de cada país e sua contribuição para a meta geral de 2030. Mas serão apenas indicativos.

“Este acordo é uma vitória duramente trabalhada para desbloquear o verdadeiro potencial da transição da Europa para uma energia limpa. Esta nova ambição nos ajudará a cumprir as metas do Acordo de Paris e se traduzirá em mais empregos, contas de energia mais baratas para o consumidores e menos importações de energia”, comemorou em Bruxelas o comissário europeu para Energia e Meio Ambiente, Miguel Arias Cañete.

O eurodeputado José Blanco, do PSOE, que representou a posição do Parlamento Europeu na negociação, também comemorou o acordo alcançado nesta madrugada: “Ele nos permitirá cumprir com o Acordo de Paris.” Blanco também destacou a importância do fundo para uma “transição justa” nas regiões afetadas pelo fechamento das minas de carvão na Espanha.

Autoconsumo

Finalmente, a taxação do autoconsumo (com a instalação de painéis solares em residências, por exemplo), como o chamado imposto do sol, será vetada na UE até pelo menos dezembro de 2026. A partir desse momento, segundo fontes de negociação, os países podem decidir sobre a adoção de tarifas de acordo com uma série de parâmetros fixos para que o sistema elétrico possa se sustentar economicamente.

Outra cláusula estabelece o direito de receber remuneração segundo o valor de mercado pela energia despejada na rede. E também determina que os painéis de uma casa ou grupo de casas podem pertencer a terceiros.

O acordo tripartite inclui também uma seção sobre conexões entre países; foi fixada uma meta de 15% para 2030.

“Acordo agridoce”

A remoção de entraves como o imposto da energia solar foi aplaudida por organizações ambientais, como o Greenpeace. “Acabar com essas medidas era uma das principais exigências do Greenpeace e da sociedade civil acatadas pelo Parlamento Europeu durante as negociações”, ressaltou a organização ambientalista.

No entanto, tanto o Greenpeace quanto outras associações e entidades lamentaram que o acordo tenha ficado em 32%. “O acordo é agridoce porque não há ambição suficiente para a meta de energias renovável em 2030. Não estamos no caminho do Acordo de Paris”, lamentou o euro deputado Florent Marcellesi, dos Verdes.

Fonte: El País

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Pacto alcançado entre países-membros e instituições da UE sugere que a meta seja revisada em 2023

 

Usinas geradoras de energia elétrica GETTY

Depois de 12 horas de negociação durante a madrugada, o Parlamento Europeu, a Comissão e os Governos dos 28 países-membros chegaram a um acordo sobre a diretriz de energias renováveis que deverá orientar a transformação do sistema energético europeu nos próximos anos. O pacto alcançado estabelece que 32% de toda a energia final consumida na União Europeia (UE) em 2030 devem ser de origem renovável. Trata-se de um ponto intermediário entre a posição de partida dos Governos dos países-membros, que propunham 27%, e a do Parlamento Europeu, que pedia 35%.

O acordo também inclui, segundo fontes do Parlamento Europeu, a criação de um fundo de desenvolvimento de energias renováveis para ajudar as regiões carvoeiras da Europa. O carvão para geração de eletricidade surge como o grande perdedor na luta contra as mudanças climáticasdevido aos gases de efeito estufa que expele quando é queimado. Alguns países muito dependentes desse combustível (como a Polônia) pediram compensação para suas zonas mineradoras. Na Espanha, algumas áreas das Astúrias e Castela e Leão também podem se beneficiar.

A meta geral de 32% para 2030 é um ponto de entendimento entre os Governos dos países-membro e o Parlamento Europeu. Atualmente essa cota europeia é de cerca de 17%. Além da meta concreta para 2030, é importante que tenha sido incluída uma revisão (para cima) em 2023. A meta deve ser aumentada se se quiser que a Europa cumpra os compromissos do Acordo de Paris ou se a redução dos custos das tecnologias renováveis possibilitar uma ambição maior.

O que não se conseguiu, devido à oposição frontal dos Governos desde o início da negociação, foi a inclusão de metas específicas para cada país, como as que existem atualmente. Esses objetivos são uma arma de pressão para os Governos, que são fiscalizados pela opinião pública no cumprimento das metas. A Comissão vai elaborar relatórios sobre os esforços de cada país e sua contribuição para a meta geral de 2030. Mas serão apenas indicativos.

“Este acordo é uma vitória duramente trabalhada para desbloquear o verdadeiro potencial da transição da Europa para uma energia limpa. Esta nova ambição nos ajudará a cumprir as metas do Acordo de Paris e se traduzirá em mais empregos, contas de energia mais baratas para o consumidores e menos importações de energia”, comemorou em Bruxelas o comissário europeu para Energia e Meio Ambiente, Miguel Arias Cañete.

O eurodeputado José Blanco, do PSOE, que representou a posição do Parlamento Europeu na negociação, também comemorou o acordo alcançado nesta madrugada: “Ele nos permitirá cumprir com o Acordo de Paris.” Blanco também destacou a importância do fundo para uma “transição justa” nas regiões afetadas pelo fechamento das minas de carvão na Espanha.

Autoconsumo

Finalmente, a taxação do autoconsumo (com a instalação de painéis solares em residências, por exemplo), como o chamado imposto do sol, será vetada na UE até pelo menos dezembro de 2026. A partir desse momento, segundo fontes de negociação, os países podem decidir sobre a adoção de tarifas de acordo com uma série de parâmetros fixos para que o sistema elétrico possa se sustentar economicamente.

Outra cláusula estabelece o direito de receber remuneração segundo o valor de mercado pela energia despejada na rede. E também determina que os painéis de uma casa ou grupo de casas podem pertencer a terceiros.

O acordo tripartite inclui também uma seção sobre conexões entre países; foi fixada uma meta de 15% para 2030.

“Acordo agridoce”

A remoção de entraves como o imposto da energia solar foi aplaudida por organizações ambientais, como o Greenpeace. “Acabar com essas medidas era uma das principais exigências do Greenpeace e da sociedade civil acatadas pelo Parlamento Europeu durante as negociações”, ressaltou a organização ambientalista.

No entanto, tanto o Greenpeace quanto outras associações e entidades lamentaram que o acordo tenha ficado em 32%. “O acordo é agridoce porque não há ambição suficiente para a meta de energias renovável em 2030. Não estamos no caminho do Acordo de Paris”, lamentou o euro deputado Florent Marcellesi, dos Verdes.

Fonte: El País

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<![CDATA[Brasil conta com mais de 500 parques eólicos]]> https://www.g4ess.com.br/news/1/brasil-conta-com-mais-de-500-parques-e%F3licos.html Mon, 18 Jun 2018 18:16:15 +0000 https://www.g4ess.com.br/news/1/brasil-conta-com-mais-de-500-parques-e%F3licos.html energia-eolica-brasil4-696x355.jpgO Brasil está decidido a usar apenas energia renovável e como tal, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) em dezembro de 2017 a contavam-se mais de 500 parques eólicos instalados por todo o país.

Assim, a produção de eletricidade por esta via passa dos 12,4GW. São 503 centrais com praticamente 6500 aerogeradores! Esperam ainda que em 2020 estejam a operar com uma capacidade de pelo menos 17GW, o que significa que o investimento irá continuar a aumentar a um ritmo alucinante.

 

Leilões Energias Renováveis

Para atingirem esse valor de potência instalada, as autoridades lançaram já dois novos leilões, que junto com os contratos existentes garantirão essa potência pelo ano de 2020. Assim, no final de dezembro foi lançado dois novos leilões para a energia eólica o A4 e o A6.

Em 2016 não houve leilão nem nenhum contrato novo para as eólicas, mas ainda assim conseguiram terminar o ano com uma excelente produção. Agora esperam com os novos leilões inverter a situação para o futuro.

Além destes dois leilões no fim de 2017, espera-se um terceiro em abril de 2018! Segundo Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica.

Crescimento ano a ano da Energia Eólica Brasileira

Por setembro já tinham atingido os 12GW, números que ano a ano têm vindo a aumentar, muito por culpa dos leilões.

Entre janeiro e setembro de 2017 a produção de energia elétrica via eólica teve um aumento de 28% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Segundo informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Ainda segundo a CCEE, os consumos de eletricidade em setembro de 2017, demonstraram que 11% da eletricidade consumida foi produzida por esta via, cerca de 7,02GW. O que foi um recorde, já em agosto de 2017 as eólicas tinham contribuído com 10%!

Produção Mundial Eletricidade por Energia Eólica

A nível mundial, é importante ressalvar que o Brasil se encontra em sétimo lugar entre os países mundiais que mais eletricidade produz através da força do vento! Ultrapassaram até o Canadá que assim caiu para oitavo lugar!

Elbia destacou estes dois feitos “A marca de 500 parques, o crescimento da geração, mais uma subida de posição no ranking e os 12 GW merecem ser comemorados e são uma prova de um setor que vem mostrando sua maturidade. As eólicas estão, por exemplo, salvando o Nordeste do racionamento em tempos de reservatórios abaixo do nível e com bandeira vermelha. Os dados de recordes de geração do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) são a prova disso. No dia 14/9, por exemplo, as eólicas abasteceram 64% da demanda média do Nordeste”.

Não esquecendo ainda as vantagens deste tipo de energia “Além disso, as eólicas têm outros benefícios, que podemos resumir da seguinte forma: é renovável; não polui; possui baixíssimo impacto ambiental; contribui para que o Brasil cumpra o Acordo do Clima; não emite CO2 em sua operação; tem um dos melhores custos benefícios na tarifa de energia; permite que os proprietários de terras onde estão os aerogeradores tenham outras atividades na mesma terra; gera renda por meio do pagamento de arrendamentos; promove a fixação do homem no campo com desenvolvimento sustentável; gera empregos que vão desde a fábrica até as regiões mais remotas onde estão os parques e incentivam o turismo ao promover desenvolvimento regional”.

Fonte: Portal Energia



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energia-eolica-brasil4-696x355.jpgO Brasil está decidido a usar apenas energia renovável e como tal, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) em dezembro de 2017 a contavam-se mais de 500 parques eólicos instalados por todo o país.

Assim, a produção de eletricidade por esta via passa dos 12,4GW. São 503 centrais com praticamente 6500 aerogeradores! Esperam ainda que em 2020 estejam a operar com uma capacidade de pelo menos 17GW, o que significa que o investimento irá continuar a aumentar a um ritmo alucinante.

 

Leilões Energias Renováveis

Para atingirem esse valor de potência instalada, as autoridades lançaram já dois novos leilões, que junto com os contratos existentes garantirão essa potência pelo ano de 2020. Assim, no final de dezembro foi lançado dois novos leilões para a energia eólica o A4 e o A6.

Em 2016 não houve leilão nem nenhum contrato novo para as eólicas, mas ainda assim conseguiram terminar o ano com uma excelente produção. Agora esperam com os novos leilões inverter a situação para o futuro.

Além destes dois leilões no fim de 2017, espera-se um terceiro em abril de 2018! Segundo Elbia Gannoum, presidente da ABEEólica.

Crescimento ano a ano da Energia Eólica Brasileira

Por setembro já tinham atingido os 12GW, números que ano a ano têm vindo a aumentar, muito por culpa dos leilões.

Entre janeiro e setembro de 2017 a produção de energia elétrica via eólica teve um aumento de 28% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Segundo informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Ainda segundo a CCEE, os consumos de eletricidade em setembro de 2017, demonstraram que 11% da eletricidade consumida foi produzida por esta via, cerca de 7,02GW. O que foi um recorde, já em agosto de 2017 as eólicas tinham contribuído com 10%!

Produção Mundial Eletricidade por Energia Eólica

A nível mundial, é importante ressalvar que o Brasil se encontra em sétimo lugar entre os países mundiais que mais eletricidade produz através da força do vento! Ultrapassaram até o Canadá que assim caiu para oitavo lugar!

Elbia destacou estes dois feitos “A marca de 500 parques, o crescimento da geração, mais uma subida de posição no ranking e os 12 GW merecem ser comemorados e são uma prova de um setor que vem mostrando sua maturidade. As eólicas estão, por exemplo, salvando o Nordeste do racionamento em tempos de reservatórios abaixo do nível e com bandeira vermelha. Os dados de recordes de geração do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) são a prova disso. No dia 14/9, por exemplo, as eólicas abasteceram 64% da demanda média do Nordeste”.

Não esquecendo ainda as vantagens deste tipo de energia “Além disso, as eólicas têm outros benefícios, que podemos resumir da seguinte forma: é renovável; não polui; possui baixíssimo impacto ambiental; contribui para que o Brasil cumpra o Acordo do Clima; não emite CO2 em sua operação; tem um dos melhores custos benefícios na tarifa de energia; permite que os proprietários de terras onde estão os aerogeradores tenham outras atividades na mesma terra; gera renda por meio do pagamento de arrendamentos; promove a fixação do homem no campo com desenvolvimento sustentável; gera empregos que vão desde a fábrica até as regiões mais remotas onde estão os parques e incentivam o turismo ao promover desenvolvimento regional”.

Fonte: Portal Energia



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